Com o nome ironicamente tirado de um livro de Vladimir Ilich Lenin, o líder da Revolução Soviética - segundo consta, idéia do publicitário Carlito Maia - a Jovem Guarda envolveu o conjunto da juventude brasileira, com diversos programas de televisão, shows pelo país e milhares de discos gravados, entre LPs e compactos. Explodindo com clássicos como ‘Festa de Arromba’, ‘O Calhambeque’. ‘Prova de Fogo’ e Vem Quente Que Estou Fervendo’, entre outras, a nova onda logo transformou-se em mania nacional, com direito a grifes de roupas e toda sorte de objetos. Afastada dos conflitos políticos, que se agravaram com o golpe militar de 1964, mas nem por isso alienada culturalmente, a Jovem Guarda cultivou o caminho para a tropicália, que fundiria rock, MPB e discurso político, a partir de 1967.
A NOSSA MAIS PERFEITA TRADUÇÃO
'Rock Around The Clock' acende o pavio da rebeldia
Turma do Matoso, onde toda confusão começou
O futuro pertence à Jovem Guarda
Jovem Guarda, sucesso nacional antes da 'beatlemania'
Lafayette, co-inventor da Jovem Guarda
Renato Barros, a fuzz-guitarr no Iê Iê Iê
Era um garoto que amava... The Shadows e The Ventures
Carangos, paqueras e rock and roll!
Os primitivos da Colina
Vou largar a Jovem Guarda